domingo, 26 de fevereiro de 2012
”Sou tão diferente das outras garotas.
Como diz minha avó, sou menina-moleca. Sabe, daquelas que ama jogar vídeo-game. Que prefere moletons do que vestidinhos curtos e apertados. Que não come nada lentamente, que parece uma onça destroçando o seu alimento. Que fala palavrão e que xinga quem a critica por isso. Sou uma completa menina-moleca. Divertida como um palhaço e sincera como ninguém. Não guarda palavras. Se tenho que dizer algo sobre algo ou alguém, pode ter certeza, irei falar. Não escondo esse meu eu, um pouco estranho de ser algum. Sou do tipo que não se intimida quando fala algo inapropriado perto de alguém que é certinho e que retribui com uma careta.Ou melhor, sou do tipo que não se enquadra em nenhum tipo. Sou sem tipo. É, menina-moleca eu sou, sem se encaixar em padrão ou tipo nenhum. Ruim na matéria de conviver, ou talvez, viver. Sou garota esperta que vive voando, livre, sem ter a padrões a prender-me […] Posso ser menina-moleca, ás vezes um pouco travessa, ás vezes um pouco certinha, mas confesso que sempre feliz assim.”
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